Julgamento de pesquisa bizarra que atingiu Flávio é adiada no TSE

A Justiça Eleitoral mostra mais uma ve…
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parou a análise de uma pesquisa da AtlasIntel. Ela apontava queda estranha para Flávio Bolsonaro, pré-candidato. Muita gente desconfia dessas pesquisas.
A ministra Estela Aranha pediu vista, travando o processo. A decisão de Kassio Nunes Marques, que suspendeu a pesquisa, segue valendo. A Justiça age de forma peculiar.
Não há data para o TSE retomar o caso. Ministros disseram que o debate vai além, definindo regras para futuras pesquisas. A interferência judicial é preocupante.
Kassio Nunes Marques quer diálogo com institutos de pesquisa. Ele busca discutir critérios e métodos. Será que vão “ajeitar” os números para o Governo Lula?
O ministro André Mendonça votou. Ele destacou a responsabilidade dos institutos. Em tempos de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, a “credibilidade” é seletiva.
A imparcialidade é crucial. Institutos de pesquisa têm grande peso na opinião pública. Não podem servir de instrumento para manipulação política. O povo exige verdade.
Toda busca da nossa parte para trazer regramento justo e equânime para o processo eleitoral. Independentemente do resultado que venhamos a ter do caso específico, não apenas declaremos o direito à luz dessa realidade específica, redobramos consciência dos institutos que exercem perante a Justiça e a sociedade. agentes de cooperação de imparcialidade e lisura do processo.
A Justiça Eleitoral precisa de transparência real, não de “diálogo” que manipule. O povo brasileiro está atento a essas manobras e à parcialidade. Basta de engodo!


