A imprensa livre, hoje irreconhecível, virou uma máquina de propaganda enganosa

O Presidente Trump assistiu ao jogo da NBA Finals, em Nova York, no Madison Square Garden, ao lado do dono do Knicks, James Dolan. Foi uma ida anunciada numa cidade tomada por imigrantes ilegais e comandada por um democrata muçulmano nascido em Uganda, eleito sem identificação do eleitor. Houve um misto de vaias e aplausos, e a multidão entoou “USA! USA! USA!”. Os canais da imprensa mainstream, porém, só mostraram as vaias.
Lá, como cá. Aqui no Brasil, os mesmos lixos da mídia transmitem imagens das manifestações gigantescas de direita antes mesmo das pessoas chegarem, para dizer que “rua de direita lotada é nicho” com 40 mil pessoas. Já uma parada gay lotada vira “três milhões”, enquanto as manifestações de esquerda, com pouca gente, simplesmente são escondidas.
A falta de apoio popular faz parte do tripé da fraude mundial usado para criar a ilusão de que o conservadorismo é “minoria”, para desmobilizar o eleitor e justificar a derrota antes mesmo do voto.
As pesquisas encomendadas e ajustadas inflacionam o apoio à esquerda e subestimam a direita, sempre com resultados fora da margem real de erro. A estatística é boa, mas a metodologia é podre, transformando a pesquisa numa ferramenta para justificar o injustificável nas eleições do mundo inteiro.
Por último, vêm as urnas eletrônicas. No Brasil e em Bangladesh, sem voto impresso auditável.
Os três andam juntos: a pesquisa “científica” mostra a derrota, a contagem eletrônica “confirma” e a falta de apoio popular vira “fato consumado”.
É o mesmo roteiro usado nas eleições recentes no mundo Ocidental. Isso quando não matam ou tentam matar os candidatos de direita.
Apoio popular? Ignorado. Fraude nas urnas? “Teoria da conspiração”. Aqui no Brasil? Se duvidar, vai para o xilindró.


