Investigações da polícia chegam na mãe e nas irmãs de Deolane

Influenciadores e o submundo do crime: uma teia de lavagem que não para de surpreende…
A Polícia Civil de São Paulo aprofunda a investigação contra a influenciadora Deolane Bezerra. Agora, suas irmãs, Daniele e Dayanne, e a mãe, Solange, estão sob suspeita de integrar o esquema de lavagem de dinheiro do PCC.
Deolane foi presa em maio, apontada como “caixa” da família de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital. O Ministério Público vê laços estreitos, enquanto a defesa nega.
O Elenco Familiar no Esquema
Um novo relatório da Operação Vérnix revela: Daniele, Dayanne e Solange aparecem como sócias em empresas ligadas a Deolane, agora sob rigorosa análise policial. A rede de fachada é cada vez mais clara.
Investigadores detalham: o esquema opera com empresas fantasmas que movimentam fortunas de origem ilícita. Uma delas, a DSDD Cobranças, tem Daniele como administradora e as outras familiares como sócias.
As Conexões Sombrias
E-mails e interceptações ligam as investigadas ao contador Eduardo Affonso Rodrigues, também indiciado. Ele conectava-se a Everton de Souza, o “Player“, suposto operador financeiro. Uma rede audaciosa e intrincada.
Rodrigues, pasmem, abriu outra empresa de fachada para Francisca Alves da Silva, a “Preta“, esposa de Alejandro Juvenal Herbas Camacho Júnior, o Marcolinha, irmão de Marcola. A trama se adensa e expõe a ousadia do crime organizado.
A Teia da Impunidade?
A empresa de “Preta” fica a 600 km de seu endereço, um claro indicativo de fraude. Ela é peça-chave na ligação entre Deolane e a facção. A defesa, contudo, promete esclarecer tudo.


