Direita venceu 1º turno na Colômbia e acusações de Petro não se sustentam, aponta CNE

A esquerda latino-americana, sempre disposta a questionar a democracia, tentou um golpe na Colô…
A contagem final das eleições colombianas confirmou: Abelardo de la Espriella, da direita, lidera com 43,78%. O esquerdista Iván Cepeda ficou com 40,98%. A vitória conservadora gerou inquietação.
Logo após as urnas fecharem, o presidente Gustavo Petro e o candidato Iván Cepeda, da esquerda, levantaram a bandeira da fraude. Não aceitaram o resultado democrático.
“Como presidente, não aceito os resultados”, afirmou Petro.
“Hoje tivemos 10 milhões de votos mal contados na Colômbia. Somos a principal força política, sem dúvida”, completou Cepeda.
A Tática da Desinformação
A suposta “discrepância” de 885 mil votos era puramente técnica. O sistema Divipole duplicava consulados no exterior, inflando os números. Nada além de um erro administrativo, não fraude.
Pressionado pela realidade e pela falta de provas, o próprio Iván Cepeda foi forçado a recuar. Sua narrativa da fraude começou a ruir rapidamente.
“Até o momento, devo afirmar categoricamente que não encontramos nenhuma evidência ou indício de irregularidades flagrantes. Não há irregularidades de dimensões suficientes para falar de fraude”, disse Cepeda.
A Verdade Vem à Tona
Mas Gustavo Petro, o presidente, insistiu na acusação. Publicou vídeos e posts no X com supostas “evidências”. Uma tentativa desesperada de manter viva a desconfiança.
Nenhum órgão observador confirmou as denúncias. Missões da União Europeia, OEA e Centro Carter atestaram: o processo foi transparente, organizado e tranquilo. A esquerda ficou isolada.
Consequências Políticas
Abalado pelo fracasso e aquém das pesquisas, Iván Cepeda abandonou a pauta da Assembleia Constituinte. O segundo turno, em 21 de junho, será decisivo para a Colômbia.


