A desmoralização da Justiça brasileira: Perdão a Monique e condenação de Débora do batom

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 06 de junho de 2026
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A desmoralização da Justiça brasileira: Perdão a Monique e condenação de Débora do batom
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A Justiça brasileira atinge um novo patamar de incoerê…

É revoltante o abismo entre sentenças judiciais no Brasil. A cabeleireira Débora pegou 14 anos por um grito, enquanto a mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, teve perdão judicial.

Um “perdeu, mané” para a Débora se tornou mais grave que a participação no assassinato de uma criança. A Suprema Corte e o establishment judiciário parecem viver em outra realidade.

Dois pesos, duas medidas?

Nas redes, a indignação é unânime. Cidadãos questionam a severidade contra Débora e a benevolência para Monique. O povo vê a disparidade, mas a Justiça, não.

Débora tem filhos pequenos que precisam da mãe. Já Monique teve envolvimento direto na morte do próprio filho. Onde está a lógica, Alexandre de Moraes?

O grito de Nikolas Ferreira

O deputado Nikolas Ferreira criticou veementemente essa aberração jurídica. Sua voz ecoa a revolta popular contra um sistema que privilegia uns e esmaga outros. É inaceitável!

Essa incoerência desmoraliza nossa Justiça. Mostra um aparelhamento ideológico que distorce a balança, ignorando a dor das vítimas e a decência. Chega de impunidade seletiva!

O povo brasileiro exige um judiciário justo e imparcial, não um palco de decisões políticas e ideológicas. Precisamos estar atentos a essas afrontas à verdade. A luta continua!

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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