Quando até a medíocre diplomacia de Lula admite o estrago, uma questão fatal vem à tona

O Brasil, antes respeitado, agora vê sua diplomacia em franco declí…
O assessor especial da Presidência, Celso Amorim, a voz petista na diplomacia, expressou “choque” com a declaração de Marco Rubio. Ele classificou como “inédita” a exclusão do Brasil da lista de aliados dos Estados Unidos.
Para o ex-chanceler de Lula, tal manifestação representa um episódio sem precedentes. Seria um vexame em 202 anos de relações diplomáticas entre as nações.
“Nem quando o Dean Rusk e o Lincoln Gordon estavam conspirando [para derrubar João Goulart], um secretário de Estado excluiu o Brasil da lista de países amigos. É uma declaração impressionante e preocupante”, afirmou.
A Falsa Surpresa Petista
Mas a surpresa de Amorim soa falsa. A política externa petista sob Lula tem flertado com regimes controversos, afastando-se de parceiros tradicionais.
O senador Marco Rubio, ao que parece, apenas verbalizou uma realidade incômoda. A postura de Lula na arena global cobra um preço alto para nossa credibilidade.
Isolamento e Consequências
O governo Lula ignora a dissonância da diplomacia atual, que busca alinhamento com nações anti-ocidentais. O Brasil se isola dos verdadeiros pilares da democracia.
A “declaração impressionante” de Rubio é um espelho. Ela revela a guinada perigosa da nossa política externa, antes respeitada, agora em franco declínio.
Afinal, a que se deve o choque de Amorim? Talvez à incapacidade de reconhecer que as escolhas de Lula têm consequências diretas para a imagem do país.


