Antes mesmo da eleição, TSE é acionado para atingir a família Bolsonaro

Novo ataque à liberdade de expressão no Brasil acaba de ser revelado, e a ameaça à nossa democrac…
O senador Eduardo Girão (Novo-CE) denunciou a ação do grupo Prerrogativas e do deputado Rogério Correia (PT-MG) no TSE. Eles querem suspender a cinebiografia Dark Horse, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A ação pede investigação do financiamento do filme, alegando “propaganda eleitoral antecipada” disfarçada. Girão vê isso como censura prévia, repetindo proibições já vistas em 2022.
Censura velada ou explícita?
“Nós estamos voltando à Idade Média aqui no Brasil, com a proibição, censura prévia, que estão querendo normalizar no nosso país, de documentários e de filmes. Isso é muito grave. Por uma mera disputa política”, afirmou Girão.
O parlamentar também criticou decretos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As medidas atualizam o Marco Civil da Internet, ampliando a responsabilidade das plataformas digitais.
O “Ministério da Verdade” em ação?
A justificativa oficial do governo Lula é combater a violência contra mulheres e crimes virtuais. Mas, para Girão, ela esconde o real objetivo de praticar a censura nas redes sociais.
O decreto eleva a ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) a uma agência nacional. Girão acusa: é “mais uma peça importante do tabuleiro de organização do chamado Ministério da Verdade“.
Essas manobras, seja no TSE ou via decreto, revelam uma perigosa escalada contra a liberdade de expressão. O governo Lula e seus aliados parecem determinados a controlar a narrativa.
Fonte: Agência Senado


