A dupla ofensiva americana: Enquanto o PCC e o CV controlarem favelas e presídios, qualquer discurso de soberania soa vazio

O governo Lula tentou esconder, mas a verdade sobre o crime no Brasil é chocan…
A Intervenção Americana e a Reação Brasileira
Os Estados Unidos designaram o PCC e o Comando Vermelho como terroristas globais. A reação do governo Lula e da mídia “progressista” foi de contrariedade, focando no suposto prejuízo econômico. Uma inversão de valores.
Em vez de celebrar o cerco financeiro, o discurso oficial lamentou sanções ao Pix, agronegócio e bancos. Essa designação, feita por Marco Rubio, coincide com a investigação da Seção 301 da lei comercial americana.
O Escândalo da Lavagem de Dinheiro
O presidente Lula reagiu com irritação, dizendo:
“Não aceitamos ser tratados como moleques”
. Acusou Flávio Bolsonaro de traição. A grande imprensa, como G1 e Folha, focou no alarmismo econômico do Pix e do sistema financeiro.
Mas a verdade é cruel: há lavagem de dinheiro no sistema. A Operação Fluxo Oculto revelou fintechs e fundos da Faria Lima movimentando R$ 26 bilhões para o PCC. Eles agiam como bancos paralelos para o tráfico.
A Realidade Nua e Crua do Crime
O PCC e o CV usam fintechs, criptomoedas e imóveis para lavar bilhões. O Banco Central endureceu regras, mas o problema persiste. Agora, o escrutínio americano força o estrangulamento que o Brasil, sozinho, não conseguiu impor.
A investigação da Seção 301, iniciada por Trump, acusa o Brasil de distorcer o comércio. Cita o Pix, decisões do STF sobre Big Techs (vistas como censura) e a falha no combate à corrupção.
A Hipocrisia da Mídia e o Custo do Crime
A militância disfarçada de jornalismo não disfarça a irritação. Em vez de questionar a falha do Brasil, o debate se volta para a “soberania”. É o mesmo padrão ideológico que encara o crime como problema social.


