Moraes na colônia de férias de Lisboa: O pedido desnecessário

O show de Alexandre de Moraes em Lisboa revela a face autoritá…
A “colônia de férias” em Lisboa movimentou a elite do judiciário. Estranhamente, a grande mídia ignorou os “debates” por lá. Por que será tanto silêncio sobre temas tão relevantes?
Mas O Antagonista revelou o discurso do milionário ministro Alexandre de Moraes. Sua tese: Big Techs têm agenda política e devem ser reguladas pelo Estado. Uma velha cantilena autoritária.
O Jogo da Censura Judicial
Moraes parte de um erro primário: acha que somos ingênuos. Ninguém crê mais em anonimato na internet. Só ele nos vê como um bando de acéfalos, o único “esperto” na sala.
Essa é a falácia central: Moraes nos pinta como massa de manobra, vulneráveis à “lavagem cerebral”. Ele e seus “iluminados” seriam os únicos a enxergar a verdade. Pura teoria da conspiração!
O Perigo da Caneta Pesada
Até Carmen Lúcia, no Marco Civil, respeitou mais o brasileiro, chamando-nos de “pequenos tiranos soberanos”. Já Moraes nos trata como gente sem cérebro, uma afronta à nossa inteligência.
O ministro milionário insiste em rotular de fake news qualquer crítica à regulação como ataque à liberdade. Mas, sob sua ótica de “ataque à democracia”, tudo vira pretexto para a censura.
O Estado, Afinal, é Ele?
A grande mídia deveria ter notado: Moraes atropela o Legislativo, inventando leis. Seu pedido por regulação é irônico. Afinal, para ele, o Estado é sua própria pessoa. Onde está a democracia?


