Polícia Federal mira a maior influenciadora do Brasil

As movimentações financeiras de Virginia Fonseca levantam sérias dúvi…
A influenciadora Virginia Fonseca novamente no olho do furacão. A Polícia Federal investiga movimentações financeiras atípicas, reportadas pelo Coaf, envolvendo suas empresas. Um cenário preocupante.
Isso ocorre meses após Virginia escapar ilesa da CPI das Bets, sem indiciamento. Contudo, relatórios do Coaf anexados à comissão continuaram a alimentar a curiosidade das autoridades. O cerco se fecha.

Dúvidas Sobre a Origem dos Milhões
A Talismã Digital, de Virginia e Zé Felipe, recebeu R$ 22,4 milhões. O Santander alertou sobre R$ 17,7 milhões da AMP Pay via Pix, incompatíveis com o Simples Nacional. E o endereço? Um box!
Outra empresa sob a lupa é a WPink Suplementos Nutricionais. O Mercado Pago registrou R$ 43,6 milhões em créditos e R$ 43,5 milhões em débitos, valores incomuns para o faturamento declarado. Muita grana.
Depósitos Suspeitos e a Defesa
A Savi Cosméticos (Wepink) também foi citada. O Itaú apontou 190 depósitos em espécie, totalizando R$ 502 mil, considerados suspeitos apesar do alto faturamento. Dinheiro vivo demais.
A defesa de Virginia alega que os repasses à Talismã Digital foram por campanhas publicitárias contratadas e registradas. Para a WPink, falam em antecipação de recebíveis, prática legal, mas que sempre gera questionamentos.
Os depósitos em espécie, segundo os advogados, vêm das vendas em quiosques próprios da marca. Uma justificativa para tanto dinheiro vivo, mas a Polícia Federal quer saber a verdade por trás disso. Vamos aguardar.


