Duplo padrão da liberdade de expressão no Brasil revela o caráter de Wagner Moura

A hipocrisia da esquerda brasileira atinge um novo níve…
O ator Wagner Moura, conhecido por sua militância, exige a prisão de Malafaia por até quatro anos e seis meses. A “ofensa”? Ter sido chamado de “cretino”.
Contudo, o mesmo Moura, em palco de premiação e rede nacional americana, rotulou Bolsonaro de “fascista”. Atribuiu-lhe o “esgoto da história”.
O Padrão Duplo Escancarado
Não parou por aí. Wagner Moura também disparou termos como “elite escrota”, “medíocres e recalcados”, e “manual fascista”.
Ele prosseguiu, descrevendo o movimento como “anti-mulher, anti-gay, anti-todo mundo”. Uma enxurrada de ataques sem qualquer consequência para ele.
A Injustiça da Censura
É o retrato fiel da liberdade de expressão no Brasil. Um conservador usa a palavra “cretino” e, imediatamente, torna-se réu.
Já o esquerdista pode caluniar, injuriar e difamar meio país impunemente. O sistema jurídico parece ter dois pesos e duas medidas.

Essa disparidade é inaceitável e escancara a fragilidade de nossa democracia, refém do ativismo judicial e da seletividade ideológica que nos assola.


