Duplo padrão da liberdade de expressão no Brasil revela o caráter de Wagner Moura

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 02 de junho de 2026
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Duplo padrão da liberdade de expressão no Brasil revela o caráter de Wagner Moura
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A hipocrisia da esquerda brasileira atinge um novo níve…

O ator Wagner Moura, conhecido por sua militância, exige a prisão de Malafaia por até quatro anos e seis meses. A “ofensa”? Ter sido chamado de “cretino”.

Contudo, o mesmo Moura, em palco de premiação e rede nacional americana, rotulou Bolsonaro de “fascista”. Atribuiu-lhe o “esgoto da história”.

O Padrão Duplo Escancarado

Não parou por aí. Wagner Moura também disparou termos como “elite escrota”, “medíocres e recalcados”, e “manual fascista”.

Ele prosseguiu, descrevendo o movimento como “anti-mulher, anti-gay, anti-todo mundo”. Uma enxurrada de ataques sem qualquer consequência para ele.

A Injustiça da Censura

É o retrato fiel da liberdade de expressão no Brasil. Um conservador usa a palavra “cretino” e, imediatamente, torna-se réu.

Já o esquerdista pode caluniar, injuriar e difamar meio país impunemente. O sistema jurídico parece ter dois pesos e duas medidas.

Essa disparidade é inaceitável e escancara a fragilidade de nossa democracia, refém do ativismo judicial e da seletividade ideológica que nos assola.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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