Juiz que prendeu o maior traficante do país surpreende ao se manifestar sobre ação dos EUA sobre PCC e CV

A omissão do nosso governo com o crime organizado agora vai explodir na nossa ca…
O ex-juiz federal Odilon de Oliveira, um ícone no combate ao crime, aplaudiu a decisão dos Estados Unidos. O país, sob a batuta de Marco Rubio, classificou o PCC e o Comando Vermelho como terroristas.
Essa medida, que entra em vigor em 5 de julho, é um tapa de luva na inação brasileira. Odilon, que encarou o narcotráfico e condenou Fernandinho Beira-Mar, sabe a gravidade da situação.
A Realidade do Terror em Casa
Para Odilon, a soberania de cada nação permite definir o que é terrorismo, sem amarras. Um entendimento claro, que o nosso “establishment” teima em ignorar, para a vergonha nacional.
Ele reforça que essa autonomia é fundamental. Não podemos aceitar que Lula e seus aliados relativizem o perigo, enquanto o país sangra sob a violência dessas facções.
“Cada país, amparado por sua soberania, é livre para conceituar terrorismo e classificar como tal atos praticados por qualquer grupo, independentemente da base territorial onde esteja radicado”, declarou o magistrado.
As facções brasileiras há muito tempo agem como terroristas. Odilon lembra os ataques do PCC em São Paulo (2006) e a dominação do Comando Vermelho no Rio de Janeiro.
Seus arsenais e capacitação técnica são evidentes. O Departamento de Estado americano os vê como ameaças severas, especialmente pelo avanço rápido do tráfico de entorpecentes na América.
“Basta ver, em 2006, há 20 anos, os atos de terror do PCC em São Paulo e a atual dominação do Comando Vermelho no Rio de Janeiro. Esses grupos são donos de arsenal suficiente e de capacitação técnica. O Departamento de Estado americano define as facções como ameaças severas sob o argumento de que o tráfico de entorpecentes avança rapidamente na América”, destacou.
Soberania ou Cumplicidade?
Odilon rechaça a ideia de interferência. A decisão americana, diz ele, não obriga o Brasil. É um recado claro sobre a urgência do problema, ignorado por muitos.
Ele critica a inação de Brasília e de certas figuras do judiciário, como Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes. A omissão deles permite que o crime organizado continue sangrando o país.
“Não acho que essa classificação seja fundamental para o governo americano desrespeitar a nossa soberania. Donald Trump está apenas usando da faculdade de enquadrar o PCC e o CV como grupos terroristas, e não obrigando o Brasil a fazê-lo. São duas coisas diferentes”, avaliou.
Este movimento dos EUA é um alerta. Enquanto o governo Lula flerta com o populismo, a segurança pública é deixada de lado, entregando o Brasil à mercê dos criminosos.


