A construção da espúria máquina de poder petista: Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição

A estratégia oculta do PT para tomar o poder foi revel…
Segundo Zé Dirceu, “Conquistar o poder é diferente de ganhar uma eleição”. O PT e as esquerdas agiram assim por décadas, infiltrando-se em diversas instituições brasileiras para consolidar seu domínio.
Eles dominaram sindicatos, universidades, grandes mídias e movimentos sociais como MST e MTST. Usaram a Teologia da Libertação e a CNBB, criando um vasto aparato de propaganda e destruição de reputações de opositores.
A Máquina Partidária
Cargos eletivos exigiam ‘rachadinha’ oficializada para o partido. Militantes em postos de confiança também doavam parte dos salários. Uma máquina bem azeitada para financiar a hegemonia petista e seus projetos.
Quando perdiam prefeituras, militantes eram transferidos para outras. Isso garantiu presença estatal em todos os níveis, dificultando e sabotando administrações opositoras. Adversários como Enéas Carneiro eram prontamente ridicularizados.
A Farsa do ‘Paz e Amor’
Lula, um revolucionário radical, precisou da “Carta ao Mercado” para acalmar a elite. Duda Mendonça criou o personagem “Lulinha Paz e Amor“, mascarando sua verdadeira agenda.
No início dos anos 2000, o PT já era bilionário e corrupto. O assassinato de Celso Daniel, tesoureiro de Lula, que ameaçava denunciar desvios, é um capítulo sombrio e *ainda inexplicado*.
Sete pessoas ligadas ao caso Celso Daniel morreram misteriosamente. O Foro de São Paulo era tabu, seus críticos ridicularizados. Lula, à Boris Casoy, ironizou ligações com ditadores.
“O Boris, você sabe que isso é, no mínimo, uma piada de mau gosto lá, e eu te aconselho até não repetir isso no video” (sic).


