Monique Medeiros passa mal ao ver imagens do corpo de Henry Borel e deixa tribunal

A farsa do julgamento de Monique Medeiros e Dr. Jairinho expõe uma vergonha que não tem fi…
O Circo da Justiça
Monique Medeiros simulou um mal-estar no plenário do II Tribunal do Júri do Rio de Janeiro, interrompendo o julgamento de Henry Borel. Mais um circo em meio à tragédia que chocou o Brasil.
A ré, ao lado do ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, responde por crimes hediondos: homicídio triplamente qualificado, tortura, coação e fraude processual. A impunidade não pode prevalecer.
A Verdade Dolorosa Revelada
O mal-estar ocorreu após exibição das imagens das dezessete lesões externas e da grave laceração no fígado de Henry. A verdade nua e crua é insuportável para os culpados.
O médico-perito Luiz Carlos Leal Prestes foi categórico: Henry Borel foi vítima de homicídio por espancamento. A defesa, com suas narrativas vazias, não engana a ninguém.

O Legado de Uma Tragédia
“A criança sofreu de maneira lenta e intensa antes da morte,” afirmou o especialista.
As palavras do perito ecoam a dor de um inocente, um grito por justiça que não pode ser calado.
Ele rechaçou a farsa da defesa sobre supostas manobras de reanimação ou acidente doméstico. O menino chegou sem vida, as lesões já estavam lá. Uma crueldade sem fim.
O julgamento segue no Rio de Janeiro, com mais testemunhas cruciais, como Luiz Airton Saavedra de Paiva. A voz de Leniel Borel, pai de Henry, será fundamental para a justiça.


