A farra do Itaú: Uma história de embrulhar o estômago e revoltar o espírito

Um golpe milionário do maior banco do Brasil vem à to…
O Itaú, gigante privado do Brasil, confessou uma fraude chocante. Por 14 anos, cobrou serviços não solicitados de centenas de milhares de clientes em faturas de cartão de crédito. Uma traição imperdoável.
Para o Ministério Público de Minas Gerais, a prática revela “extrema má-fé”. Não foi um erro, mas uma estratégia deliberada, sofisticada e cruel, arquitetada para lesar o consumidor brasileiro.
A Fraude Escancarada
O jornalista Mario Sabino, no Metrópoles, destrinchou a farsa. O Itaú furtou dinheiro de milhares, inserindo pequenas cobranças de seguros não contratados. Uma desfaçatez que revolta.
Nunca foi “erro do sistema”. Era uma prática pensada, digna dos criminosos da farra do INSS. O banco agia com requintes para manter os descontos indevidos o máximo possível.
A Impunidade do Acordo
“A cobrança indevida de um serviço/produto não autorizado/solicitado pelo consumidor não corresponde a um equívoco, mas a uma prática que vem sendo perpetrada há anos, de forma reiterada, contra milhares de consumidores, o que evidencia a sua extrema má-fé.”
Gabriella Furquim revelou as artimanhas do Itaú: evitar identificação, induzir pagamento, dificultar cancelamento. Há até casos de cobranças em cartões que nem foram desbloqueados. Um absurdo!
O Lucro e a Vergonha
Não estamos falando de um Banco Master, mas do maior banco, controlado por famílias como Setúbal, Villela e Moreira Salles. A impunidade do acordo é um escárnio, onde o cliente precisa provar o não pedido. O lucro do Itaú em 2025 foi de R$ 46,8 bilhões. A farra não pode parar, mesmo com o dinheiro do povo.


