Lula sanciona lei que beneficia Cabral e Fux se insurge

Manobra para livrar corruptos no STF está em andam…
O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa mudanças na Lei da Ficha Limpa, sancionadas por Lula. A Corte pode abrir as portas para políticos condenados, num julgamento que preocupa a sociedade brasileira.
A Manobra da Impunidade
As alterações mudam a contagem do tempo de inelegibilidade. Agora, inicia na condenação, não no fim da pena. Isso reduz impedimentos, facilitando o retorno de condenados à vida pública, um verdadeiro escárnio.
A ministra Cármen Lúcia votou contra, alertando para o enfraquecimento da moralidade. Sua postura firme defende a probidade administrativa contra esse retrocesso, que parece beneficiar o “andar de cima”.
A Voz da Sociedade Civil
A ação que contesta as mudanças partiu de Márlon Reis, idealizador da Ficha Limpa, via Rede Sustentabilidade. O Instituto Não Aceito Corrupção (INAC) apoia a ministra Cármen Lúcia.
“É notório que do ponto de vista do interesse público é relevante manter condenados afastados da vida pública por períodos significativos”, afirmou o INAC, rechaçando a pressa.
O Impacto nas Urnas de 2026
Este julgamento pode impactar 2026, permitindo que nomes como Eduardo Cunha, Anthony Garotinho, Sérgio Cabral e José Roberto Arruda voltem a disputar eleições. Um risco real à democracia.
Cármen Lúcia ressaltou que a mudança “esvazia a proteção constitucional à probidade” e “desguarnece o eleitor”. A lisura das candidaturas está em jogo, e o povo merece respeito.


