A vergonhosa decisão da 1ª Turma do STF nos 7 recursos de Eduardo Tagliaferro

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 28 de maio de 2026
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A vergonhosa decisão da 1ª Turma do STF nos 7 recursos de Eduardo Tagliaferro
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A justiça brasileira, mais uma vez, mostra sua face obsc…

A Primeira Turma do STF rejeitou recursos do ex-assessor do TSE, Eduardo Tagliaferro. A maioria foi formada com Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino, ignorando a defesa em um caso complexo.

O julgamento virtual, que se encerra nesta sexta, avança sem o voto da ministra Cármen Lúcia. Tagliaferro é acusado de vazamento de dados sigilosos e outros crimes graves que merecem atenção.

A Acusação e a Defesa Ignoradas

Sete recursos da defesa, incluindo embargos e agravo regimental, foram analisados. A ação penal segue para as alegações finais, a etapa derradeira antes do julgamento definitivo. Um processo que gera muitas dúvidas.

Tagliaferro enfrenta acusações pesadas: violação de sigilo, coação no processo, obstrução de investigação e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. Um arsenal jurídico contra um cidadão.

O Embate Judicial e a Ausência de Notificação

A Defensoria Pública da União (DPU) questionou a aceitação da denúncia. Argumentaram que a notificação por edital, com Tagliaferro no exterior, era totalmente irregular, exigindo carta rogatória oficial.

Contudo, o ministro Moraes insistiu. Alegou tentativas frustradas de localização pessoal, classificando o réu como “em local incerto e não sabido”. Uma decisão controversa que levanta sérias dúvidas sobre o devido processo legal.

O Poder de Moraes e as Alegações de Cerceamento

Moraes anulou uma audiência de 2026, pois os advogados de Tagliaferro não compareceram. Determinando a DPU assumir a defesa e rejeitando seu pedido de afastamento. A manobra garante o andamento do processo.

Jorge Meirelles
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