O viés autoritário por trás dessa estratégia que ameaça o próprio debate democrático

A liberdade de questionar está sendo criminalizada e a verdade distorcida. O que o STF não quer que você sa…
O ministro André Mendonça, do STF, surpreende ao reafirmar: duvidar das eleições não é crime. Um sopro de lucidez em tempos sombrios. A Justiça Eleitoral é confiável, mas a desconfiança é livre.
Ele cravou:
“A Justiça Eleitoral brasileira é confiável e digna de orgulho. Se, apesar disso, um cidadão brasileiro vier a desconfiar dela, este é um direito. No Brasil, é lícito duvidar da existência de Deus, de que o homem foi à Lua e também das instituições.”
Liberdade em Risco
O próprio STF e TSE já admitiram: a dúvida faz parte do debate democrático. Punir alguém por expressar descrença é um ataque direto à nossa Constituição e à liberdade.
Claro, abuso como *fake news* e incitação à violência não se tolera. Mas o pretexto para combater isso não pode virar censura à opinião *dissidente* e crítica, prática tão comum hoje.
O Perigo da Censura
É a velha tática da esquerda: usar a “defesa da democracia” para calar vozes. Uma prática perniciosa que ameaça a liberdade de expressão no mundo inteiro, inclusive aqui.
A violência política vitima líderes de direita: Shinzo Abe, Charlie Kirk, Fernando Villavicencio. Curiosamente, nenhum esquerdista foi assassinado em atentados políticos.
Dois Pesos, Duas Medidas
Donald Trump escapou de três atentados. Jair Bolsonaro sobreviveu a uma facada, mas está preso por um “atentado” de idosos com Bíblias. Um viés autoritário evidente, sem armas reais.


