O viés autoritário por trás dessa estratégia que ameaça o próprio debate democrático

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 27 de maio de 2026
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O viés autoritário por trás dessa estratégia que ameaça o próprio debate democrático
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A liberdade de questionar está sendo criminalizada e a verdade distorcida. O que o STF não quer que você sa…

O ministro André Mendonça, do STF, surpreende ao reafirmar: duvidar das eleições não é crime. Um sopro de lucidez em tempos sombrios. A Justiça Eleitoral é confiável, mas a desconfiança é livre.

Ele cravou:

“A Justiça Eleitoral brasileira é confiável e digna de orgulho. Se, apesar disso, um cidadão brasileiro vier a desconfiar dela, este é um direito. No Brasil, é lícito duvidar da existência de Deus, de que o homem foi à Lua e também das instituições.”

Liberdade em Risco

O próprio STF e TSE já admitiram: a dúvida faz parte do debate democrático. Punir alguém por expressar descrença é um ataque direto à nossa Constituição e à liberdade.

Claro, abuso como *fake news* e incitação à violência não se tolera. Mas o pretexto para combater isso não pode virar censura à opinião *dissidente* e crítica, prática tão comum hoje.

O Perigo da Censura

É a velha tática da esquerda: usar a “defesa da democracia” para calar vozes. Uma prática perniciosa que ameaça a liberdade de expressão no mundo inteiro, inclusive aqui.

A violência política vitima líderes de direita: Shinzo Abe, Charlie Kirk, Fernando Villavicencio. Curiosamente, nenhum esquerdista foi assassinado em atentados políticos.

Dois Pesos, Duas Medidas

Donald Trump escapou de três atentados. Jair Bolsonaro sobreviveu a uma facada, mas está preso por um “atentado” de idosos com Bíblias. Um viés autoritário evidente, sem armas reais.

Jorge Meirelles
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Jorge Meirelles
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