Governo Lula está encurralado com a notificação dos EUA a Moraes

A farsa da defesa de Moraes nos EUA acaba de ser desmascar…
Desde fevereiro de 2025, as autoridades brasileiras vêm afirmando que estavam prontas para defender o ministro Alexandre de Moraes no caso Rumble/Trump Media nos Estados Unidos. A AGU disse que agiria, que estava coordenando com advogados americanos e preparando petições. Então o caso avançou por 460 dias e ninguém apareceu no tribunal. Em vez disso, as instituições brasileiras tomaram medidas extraordinárias para impedir com sucesso a notificação comum por meio da Convenção de Haia. E agora, após um juiz federal americano autorizar a notificação por e-mail, um conjunto de autoridades brasileiras está de repente chamando isso de crise diplomática. Por que teve que chegar a esse ponto? Se a posição do Brasil é que o ministro Moraes agiu de forma legal, dentro de sua autoridade e em conformidade com as leis americanas e brasileiras, bem como com tratados internacionais, o caminho é simplesmente comparecer ao tribunal americano e dizer isso. O que é mais difícil de explicar é por que anunciar por quinze meses que o Brasil defenderia Moraes, depois recusar-se a comparecer quando a defesa foi realmente exigida, e agora tratar uma intimação autorizada pelo tribunal como um incidente diplomático internacional?
A postura do Brasil no caso Rumble/Trump Media é um vexame. Autoridades prometem defender o ministro Alexandre de Moraes, mas na hora H, fogem do confronto.
Desde fevereiro de 2025, a AGU e o STF anunciaram coordenação com advogados americanos. Preparariam petições para garantir a defesa de Moraes com toda a força.
A Fuga da Notificação
Mas o tempo passou: 460 dias sem ninguém no tribunal. Em vez disso, o establishment brasileiro impediu a notificação via Convenção de Haia. Agora, com e-mail, é “crise diplomática”.
Se a atuação de Moraes era legal e conforme tratados, por que não comparecer? A covardia expõe a fragilidade da narrativa oficial, não é mesmo?
Contradições Explícitas
Por que anunciar por quinze meses a defesa e, quando exigida, recusar-se? Tratar uma intimação legal como incidente diplomático é um absurdo, um escândalo.
A linha do tempo é clara: a AGU prometeu defesa em 21/02/2025, confirmou em 25/02. UOL e SBT noticiaram preparativos, mas sem ações concretas.
A “Crise” Fabricada
Ontem, STF, AGU, Ministério da Justiça e Itamaraty discutem como reagir ao e-mail. A hipocrisia é evidente: a “crise” é a exposição da inação e da dúvida.


