Quando o judiciário resolve governar até o texto da pamonha passa despercebido

A Justiça brasileira está sendo reescrita por quem deveria defendê-la, e a lei… sumiu.
O respeito à lei virou piada no Judiciário. A interpretação dos atores envolvidos, e não da norma, dita a sentença. Jurisprudências? Ignoradas! O que prevalece é o contexto, não a justiça. É um desmonte silencioso.
O caso da “pamonha na petição” escancarou: magistrados não leem os autos. Se uma receita passa despercebida, quantas provas são ignoradas? A busca pela verdade foi trocada pelo “acordo” rápido, um atalho perigoso.
A Usurpação dos Poderes
A gravidade aumenta no alto escalão. Processos cruciais parados, enquanto ministros invadem competências. O Judiciário, guardião da Constituição, age como protagonista político, usurpando prerrogativas e moldando o destino da nação.
Quem governa, afinal? O povo eleito, ou um grupo de magistrados sem voto? Se o Judiciário insiste em governar, a democracia vira farsa. A justiça deixa de ser cega, enxergando só o que lhe convém.


