Desembargadora e juíza viram rés por propina por meio de joias e obras de arte

A farra do dinheiro público continua: magistradas afastadas, mas o salário não pa…
Duas magistradas do Tribunal de Justiça da Bahia, acusadas de corrupção passiva na Operação Faroeste, seguem afastadas. Apesar das denúncias, elas continuam recebendo seus salários integrais, um verdadeiro acinte.
Por dois longos anos, desde abril de 2024, esses vultosos pagamentos de quase R$ 50 mil mensais são feitos com o suor do contribuinte. Uma vergonha que clama por justiça.
A Imunidade Toga e o Custo ao Cidadão
As beneficiadas dessa aberração são a desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago e a juíza Marivalda Alves Moutinho. Nomes que deveriam zelar pela lei, mas agora são sinônimos de impunidade.
Enquanto a população sofre, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) parece assistir inerte a mais um escândalo. Até quando vamos tolerar essa farra com o dinheiro público na nossa tão fragilizada justiça?


