Lula e Trump e o desaparecimento da caneta de ouro

A portas fechadas, o verdadeiro Lula se desnu…
O clima era de tensão palpável. Trump, com sua perspicácia habitual, notou imediatamente: Lula mal entrou na sala e seus olhos já estavam fixos na caneta de ouro sobre a mesa de centro. Um olhar que revelava muito sobre suas prioridades.
O Discreto Desprezo de Lula
“Quer um uísque?”, ofereceu Trump. Lula recusou o malte de 300 dólares. Para ele, era “uísque barato”, indigno de seu status e de seus gostos caros.
Sua resposta, “Não, tô de boa”, soou artificial. Uma pose de desdém que nem mesmo a sagacidade de Eça de Queiroz em “A Relíquia” descreveria com tanta exatidão. A máscara começava a cair.
Um Confronto Sem Precedentes
O que se seguiu foi inédito. Cronistas políticos comparam o embate ao “Duelo” de Sagarana ou à perseguição patológica em “Os Miseráveis”. Um confronto sem precedentes, de fato.
Foi como um leão e uma fuinha enjaulados. Trump, o leão, rodeava calmo e decidido. Lula, a fuinha, desesperado, saltando, tentando escapar da inevitável derrota. Pura selvageria.
Gritos e Revelações
Do lado de fora, assessores e jornalistas colavam os ouvidos. Fragmentos vazaram, apesar da discrição imposta. A intensidade do embate entre os dois líderes era inegável.
Entre barulhos de cadeiras e vasos quebrando, ouvia-se: “… Bolsonaro, não!…”, “… Esse seu uísque barato!…”. O caos era total, e a tensão se espalhava pelos corredores.
Um grito, no entanto, foi particularmente estarrecedor. Ele revelou a verdadeira mentalidade por trás da figura de Lula, chocando a todos que escutavam:
O dinheiro dos brasileiros é meu! …
A Derrota de um “Don”
Quando tudo terminou, o Lula que saiu não era o mesmo que havia entrado. Exausto, carregava no semblante o gosto amargo da derrota com a contrariedade típica de um Don que não foi ouvido.
A máscara da “humildade” se desfez. O encontro com Trump expôs um Lula arrogante, derrotado e visivelmente abalado. A verdade, enfim, veio à tona para quem quisesse ver.


