URGENTE: Gigante mundial com sede no Brasil anuncia demissão em massa

A gigante das criptos, Coinbase, faz novo corte brutal e a verdade por trás disso é chocant…
A Coinbase, gigante das criptomoedas nos Estados Unidos e no Brasil, anuncia mais um corte massivo. O CEO Brian Armstrong demite 14% de seus mais de cinco mil funcionários. Uma decisão brutal que impacta centenas de famílias.
A notícia veio fria, por e-mail, depois compartilhada nas redes. Armstrong justificou a reestruturação, mas a dor dos mais de 700 profissionais atingidos é real. Onde fica a responsabilidade social?
A Desculpa do Mercado
Entre as “justificativas”, a velha instabilidade do mercado cripto. O CEO alegou:
“Estamos em um mercado em baixa e precisamos ajustar nossa estrutura de custos.”
Puro corporativismo que não engana ninguém.
Outro bode expiatório? O avanço da inteligência artificial. Dizem que a IA permite a pequenas equipes fazer muito mais. Conveniente, não é? Menos gente, mais lucro, menos compromisso.
O Custo da “Eficiência”
Armstrong reforçou:
“O ritmo do que é possível realizar com uma equipe pequena e focada mudou drasticamente.”
Sim, mudou. Para o bolso da empresa, às custas do trabalhador.
Não é caso isolado. Muitas empresas de tecnologia seguem o mesmo roteiro: demissões em massa por “redução de custos” e “adoção de IA“. Uma epidemia de descaso com o capital humano.
A Conta Chega para o Contribuinte
A Coinbase ainda não detalhou onde os cortes ocorrerão. Mas funcionários fora dos EUA também serão atingidos. Oferecem “suporte financeiro”, promessa vazia para muitos.
A empresa afirma:
“Aqueles fora dos EUA receberão apoio semelhante, de acordo com fatores locais e sujeitos às exigências legais.”
Muita burocracia para pouca ajuda efetiva, como sempre.
O Lucro Acima de Tudo
O custo da reestruturação? Segundo o The New York Times, entre US$ 50 e US$ 60 milhões. Ou seja, a empresa gasta uma fortuna para demitir. Que ironia, não?
Enquanto acionistas brindam a “eficiência”, milhares de trabalhadores perdem o chão. A verdade é que, para essas corporações, o lucro sempre vem antes da dignidade humana. Um escândalo.


