Monark sofre novo golpe

A perseguição digital contra Monark acaba de ganhar mais um capítu…
O influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark, foi novamente silenciado! Suas contas no Instagram e X foram suspensas, dias após o bloqueio no YouTube. A censura se intensifica contra o criador de conteúdo.
A defesa de Monark confirmou os bloqueios e aguarda respostas das plataformas digitais. Somente depois disso, definirão quais medidas judiciais podem ser tomadas. A luta pela liberdade de expressão avança.
Censura velada ou perseguição explícita?
Para o advogado Hugo Freitas, diretor jurídico da Free Speech Union Brasil (FSU-BR), as justificativas para as suspensões são inaceitavelmente genéricas. Um padrão preocupante de cerceamento de opiniões.
Freitas destaca que o ordenamento jurídico brasileiro oferece base sólida para contestar tais decisões. A lei deve proteger a voz do cidadão, não permitir que grandes empresas a calem arbitrariamente.
Direitos do consumidor e a Constituição
As empresas se limitam ao celebrar um contrato com o criador de conteúdo, que precisa ser respeitado e aplicado com boa-fé.
Ele complementa a análise: “Existem muitos precedentes aplicando normas do Direito do Consumidor, ou até mesmo constitucionais, nas relações privadas com as plataformas.” Há espaço para reação jurídica.
O ‘Sistema’ Contra Monark
Vale lembrar que o YouTube, do gigante Google, já havia proibido Monark de criar novos canais. Uma verdadeira interdição digital que limita drasticamente sua atuação na internet.
A plataforma não detalhou publicamente quais regras teriam sido violadas por Monark. A opacidade alimenta a suspeita de perseguição ideológica e fragiliza a confiança do público.
O preço da liberdade de expressão
O caso de Monark é um alerta brutal à liberdade de expressão no Brasil. O direito de falar está sob ataque constante de grandes corporações e “agendas” desconhecidas.
É urgente que a sociedade civil se mobilize contra essa censura velada. A voz do povo não pode ser silenciada por algoritmos ou decisões arbitrárias. Defenda sua liberdade!


