Diretor global de gigante em apostas esportivas é acusado de assédio por ex-diretora da empresa

A podridão corporativa se espalha, e as grandes empresas parecem apenas varrer a suje…
Uma ex-diretora processa a gigante Betano Apostas Esportivas por assédio sexual. A ação trabalhista, movida contra a controladora Kaizen Gaming, expõe um grave escândalo.
O acusado é Flávio Vivanco, diretor global de operações. O processo corre em segredo de Justiça, mas os detalhes são chocantes e preocupantes.
O Abuso Silencioso
O ambiente corporativo era tóxico. Mensagens, piadas e conteúdos sexuais explícitos circulavam em grupos da diretoria no Brasil e América Latina.
Vivanco, à época diretor no Brasil, participava ativamente. Ele teria feito comentários e insinuações sexuais diretas à vítima em viagens e encontros.
Consequências Devastadoras
A ex-diretora não suportou o assédio. Ela deixou o cargo após apenas três meses, alegando um ambiente insustentável na empresa.
O abalo emocional foi tão severo que a vítima precisou ser hospitalizada. Foram mais de 30 dias de internação, um verdadeiro drama pessoal.
Impunidade e Promoção
O mais revoltante: apesar de uma investigação interna, Vivanco foi promovido. Ele virou diretor global de operações da Kaizen Gaming.
A empresa pareceu ignorar as graves acusações, recompensando o suposto agressor. Uma atitude que choca e levanta sérias questões morais.
A Busca por Justiça
A vítima busca justiça. Ela pede R$ 700 mil por danos morais, além de verbas trabalhistas e o reconhecimento de rescisão indireta.
O valor total da causa soma R$ 780 mil. Um preço alto pela dignidade e pelo respeito perdidos em um ambiente de trabalho hostil.


