Estranhamente, PGR resiste a delação de Maurício Camisotti e pede suspensão

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 17 de abril de 2026
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Estranhamente, PGR resiste a delação de Maurício Camisotti e pede suspensão
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A Procuradoria-Geral da República (PGR) barra o controverso acordo de delação premiada de Maurício Camisotti, empresário envolvido na megaoperação das fraudes do INSS.

A PGR questiona a legalidade, pois a colaboração foi firmada apenas com a Polícia Federal. O órgão alega que o Ministério Público Federal (MPF) deveria ter conduzido o processo.

A Batalha Judicial pelo INSS

Para o MPF, é sua prerrogativa apresentar denúncias e avaliar o perdão judicial. A atitude da PGR levanta sérias dúvidas sobre a transparência do processo.

O vice-procurador-Geral, Hindemburgo Chateaubriand, já agiu. Em 13 de março, ele pediu ao ministro André Mendonça, do STF, a suspensão imediata do acordo.

Transferência e Impasse no STF

O ministro Mendonça, relator do caso, tem a palavra final para homologar ou não essa delação. O impasse promete mais reviravoltas no cenário jurídico nacional.

Enquanto isso, a defesa de Camisotti luta por sua transferência da Polícia Federal em São Paulo para prisão domiciliar. Uma batalha que expõe as fragilidades do sistema.

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