Estranhamente, PGR resiste a delação de Maurício Camisotti e pede suspensão
Acordo de delação explode nos tribunais e o povo brasileiro mere…
A Procuradoria-Geral da República (PGR) barra o controverso acordo de delação premiada de Maurício Camisotti, empresário envolvido na megaoperação das fraudes do INSS.
A PGR questiona a legalidade, pois a colaboração foi firmada apenas com a Polícia Federal. O órgão alega que o Ministério Público Federal (MPF) deveria ter conduzido o processo.
A Batalha Judicial pelo INSS
Para o MPF, é sua prerrogativa apresentar denúncias e avaliar o perdão judicial. A atitude da PGR levanta sérias dúvidas sobre a transparência do processo.
O vice-procurador-Geral, Hindemburgo Chateaubriand, já agiu. Em 13 de março, ele pediu ao ministro André Mendonça, do STF, a suspensão imediata do acordo.
Transferência e Impasse no STF
O ministro Mendonça, relator do caso, tem a palavra final para homologar ou não essa delação. O impasse promete mais reviravoltas no cenário jurídico nacional.
Enquanto isso, a defesa de Camisotti luta por sua transferência da Polícia Federal em São Paulo para prisão domiciliar. Uma batalha que expõe as fragilidades do sistema.