Revelação do nome da notória figura que deu a paca a Lula causa asco

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 13 de abril de 2026
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Revelação do nome da notória figura que deu a paca a Lula causa asco
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A paca de Lula revela conexões que desafiam a pró…

O episódio da paca, filmado por Janja na Granja do Torto, agitou as redes. A cena, onde ela anunciava a Lula:

‘Estou cozinhando paca para você…com bastante alho, bastante tempero verde’

gerou imediata indignação. Apesar da explicação sobre a autorização do Ibama, as perguntas persistiram. Mais uma polêmica desnecessária desviando o foco do país.

Mas a trama se adensa. O mistério sobre a origem da paca foi desvendado: o doador é ninguém menos que o empresário Emílio Odebrecht. O mesmo que se autodenomina “o maior criador da espécie no Brasil” e, pasmem, o infame ‘amigo do amigo do meu pai’. A revelação é um tapa na cara da sociedade brasileira, que não esquece o passado.

Essa conexão não é nova. Emílio Odebrecht, figura central em escândalos passados, mantém uma relação de proximidade com o presidente Lula. A paca não foi um evento isolado; é um ‘presente’ rotineiro, entregue algumas vezes ao ano. Um velho amigo abastecendo o chefe de Estado com iguarias, enquanto o país enfrenta desafios gigantescos.

A revolta dos ambientalistas foi imediata e justa. Enquanto o discurso oficial prega a sustentabilidade e a proteção animal, as ações no Palácio do Torto parecem ir na contramão. A ‘autorização do Ibama‘ soa como um mero subterfúgio para justificar uma prática que, no mínimo, levanta sobrancelhas. A credibilidade ambiental do governo fica fragilizada.

Diante de tantas dúvidas e da óbvia repercussão negativa, a postura do Palácio do Planalto foi a mais previsível: silêncio. ‘Não quis se manifestar’, informou Lauro Jardim. Essa ausência de explicações claras apenas alimenta a desconfiança popular. Transparência zero parece ser o lema quando a verdade é incômoda. O povo merece respostas.

O episódio da paca é mais que um simples almoço; é um símbolo das velhas práticas políticas. As mesmas figuras e os mesmos favores, disfarçados de ‘presentes’. É a velha guarda do poder se realinhando, à vista de todos, sem pudor. Até quando o povo brasileiro vai tolerar essa ‘normalidade’ que cheira a privilégio e impunidade?

Jorge Meirelles
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