POLÍTICA

Lindbergh surta e aciona STF após ser acusado de usar drogas no Congresso

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 10 de abril de 2026
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Lindbergh surta e aciona STF após ser acusado de usar drogas no Congresso
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A sujeira da política brasileira foi escancarada com acusações gravíssi…

Mais uma briga que envergonha o país e o Congresso Nacional. O deputado Lindbergh Farias (PT) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) contra Alfredo Gaspar (União Brasil). A *queixa-crime* vem após Gaspar acusar Lindbergh publicamente de usar drogas antes de entrar no plenário, um ataque à honra que não pode passar batido.

As declarações explosivas ocorreram em 27 de março de 2026, durante uma coletiva de imprensa na Câmara. Gaspar, que ganhou holofotes como relator da CPMI do INSS, não poupou palavras ao atacar Lindbergh, proferindo ofensas que extrapolam qualquer debate político minimamente decente.

A defesa de Lindbergh argumenta que as falas de Gaspar configuram crimes graves: calúnia, difamação e injúria. A petição destaca que “o querelado imputa um fato definido e desonroso ao querelante, qual seja, o de ter ‘cheirado cocaína’ para adentar ao plenário do congresso”. Uma acusação infundada e vil.

O pano de fundo é ainda mais sujo: as declarações de Gaspar surgem após Lindbergh Farias e a senadora Soraya Thronicke (Podemos) protocolarem na Polícia Federal (PF) uma denúncia grave contra Alfredo Gaspar, acusando-o de *estupro de vulnerável*. Parece que a estratégia foi desviar o foco.

Além do “cheirou cocaína”, Gaspar teria chamado Lindbergh de “criminoso”, “usuário de drogas”, “cafetão”, “líder da bandidagem” e “ladrão de dinheiro do povo”. Ataques pessoais chulos que mostram o baixo nível atingido por alguns parlamentares, transformando o Congresso em um palco de baixaria.

Deveria estar preso, criminoso. Você atacou a honra de um homem de bem. Deve ter cheirado cocaína. Deve ter vindo a serviço.

Em resposta à denúncia da PF, Alfredo Gaspar também recorreu ao STF em 31 de março, transformando a disputa em um verdadeiro cabo de guerra judicial. O caso, envolvendo o vice-líder do governo Lula, Lindbergh Farias, está nas mãos do ministro Edson Fachin, que precisa dar um basta nessa vergonha.

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