Presidente do BC desmente Lula, isenta Roberto Campos e deixa o Planalto em fúria
O governo Lula acaba de levar um choque de realidade e sua estraté…
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou um balde de água fria nas expectativas petistas ao depor na CPI do Crime Organizado. Ele foi taxativo: *não há indícios de irregularidades* de Roberto Campos Neto no caso Banco Master. Um duro golpe para quem esperava o contrário.
Nos bastidores do Planalto, a surpresa foi grande. Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contavam com uma postura mais crítica de Galípolo à gestão anterior do BC, tentando reforçar a narrativa de que o “escândalo” tinha raízes na era Bolsonaro.
A ida de Galípolo à CPI foi articulada por Lula e seus assessores. A intenção era clara: usar o depoimento para sustentar a tese de que o problema do Banco Master estaria ligado a decisões – ou omissões – da diretoria indicada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Membros do governo e do Partido dos Trabalhadores vinham insistentemente apontando a suposta responsabilidade da administração passada. Contudo, Galípolo, de forma *direta e sem rodeios*, afastou completamente essa hipótese, desfazendo o plano governista.
Enquanto isso, um novo fôlego para a direita surge. As primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, já circulam com a máxima que move milhões: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!”. Uma mensagem *clara e forte*.
Fica evidente que a tentativa de desgastar a gestão anterior do Banco Central e, por tabela, o governo Bolsonaro, falhou miseravelmente. O tiro saiu pela culatra, deixando o Planalto em uma situação *constrangedora* e sem argumentos.