POLÍTICA

Presidente do BC desmente Lula, isenta Roberto Campos e deixa o Planalto em fúria

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 09 de abril de 2026
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Presidente do BC desmente Lula, isenta Roberto Campos e deixa o Planalto em fúria
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O governo Lula acaba de levar um choque de realidade e sua estraté…

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, jogou um balde de água fria nas expectativas petistas ao depor na CPI do Crime Organizado. Ele foi taxativo: *não há indícios de irregularidades* de Roberto Campos Neto no caso Banco Master. Um duro golpe para quem esperava o contrário.

Nos bastidores do Planalto, a surpresa foi grande. Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contavam com uma postura mais crítica de Galípolo à gestão anterior do BC, tentando reforçar a narrativa de que o “escândalo” tinha raízes na era Bolsonaro.

A ida de Galípolo à CPI foi articulada por Lula e seus assessores. A intenção era clara: usar o depoimento para sustentar a tese de que o problema do Banco Master estaria ligado a decisões – ou omissões – da diretoria indicada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

Membros do governo e do Partido dos Trabalhadores vinham insistentemente apontando a suposta responsabilidade da administração passada. Contudo, Galípolo, de forma *direta e sem rodeios*, afastou completamente essa hipótese, desfazendo o plano governista.

Enquanto isso, um novo fôlego para a direita surge. As primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, já circulam com a máxima que move milhões: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!”. Uma mensagem *clara e forte*.

Fica evidente que a tentativa de desgastar a gestão anterior do Banco Central e, por tabela, o governo Bolsonaro, falhou miseravelmente. O tiro saiu pela culatra, deixando o Planalto em uma situação *constrangedora* e sem argumentos.

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