Certidão de óbito de Sicário registra que ele foi enterrado um mês antes da morte
O mistério da morte de um homem-chave se aprofunda e a verdade não se enca…
A morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, ex-segurança do banqueiro Daniel Vorcaro, está cheia de pontas soltas. O caso, que já era nebuloso, agora revela detalhes que levantam sérias dúvidas sobre a versão oficial. A população merece saber o que realmente aconteceu nesse enredo obscuro.
O sistema da Prefeitura de Belo Horizonte, responsável pelos registros de sepultamento, aponta que Sicário foi enterrado em 8 de fevereiro. O inacreditável é que a data oficial de sua morte só foi declarada quase um mês depois! Uma falha grotesca que clama por explicações.
Sim, você leu certo: o óbito de Sicário foi oficialmente declarado às 18h55 do dia 6 de março. Isso aconteceu após um protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia. Como alguém é enterrado antes de morrer? Essa cronologia é inaceitável.
Mas as aberrações não param por aí. A certidão de óbito, um documento tão crucial, não informa a causa da morte. O que se lê é apenas a frase ambígua: “aguardando exames”. Mais um elo solto numa corrente de mistérios, que só aumenta a desconfiança.
É evidente que há algo muito errado nessa história. Enterrar alguém antes da data oficial do óbito e não informar a causa da morte são falhas graves demais para serem meras coincidências. Quem está protegendo quem? Onde está a transparência?
A sociedade exige respostas claras e imediatas sobre a morte de Luiz Phillipi Mourão. Não podemos aceitar que um caso com tantas inconsistências seja tratado com descaso. É hora de investigar a fundo e pôr fim a essa farsa que desafia a lógica e a justiça!