Meus advogados não tem acesso, diz deputado investigado em inquérito de Moraes (veja o vídeo)
A transparência na justiça é uma miragem para muitos, e agora um novo caso escancara a realida…
O deputado estadual Gil Diniz (PL-SP) jogou luz sobre um problema grave que assombra a justiça brasileira. Em entrevista recente, ele revelou que sua defesa não tem acesso aos *motivos* da investigação contra ele no polêmico Inquérito 4781 do STF. Uma afronta direta ao devido processo legal.
Questionado sobre o possível fim do famigerado “inquérito das Fake News”, Diniz não escondeu o otimismo, mas com uma pitada de ironia. Afirmou: “Vejo com bons olhos, *antes tarde do que nunca*”. Uma clara alfinetada na demora e na própria legitimidade da investigação que se arrasta.
Criado de ofício pelo Supremo Tribunal Federal em 2019, esse instrumento jurídico é uma aberração que coleciona críticas severas. Juristas renomados, políticos de diversos espectros, jornalistas e operadores do direito alertam para seus perigos. Um processo que nasceu sob forte contestação.
Ao longo dos anos, a peça se consolidou na percepção da sociedade civil como uma ferramenta de perseguição política. Não é à toa que muitos enxergam nela um verdadeiro *tribunal de exceção*, desenhado para calar vozes dissonantes. A liberdade de expressão está sob ataque.
A cereja do bolo veio com a declaração incisiva de Gil Diniz, que resumiu a essência do problema:
> “É um inquérito onde cabe tudo que Alexandre de Moraes queira.”
Uma fala contundente que expõe a fragilidade jurídica e a concentração de poder em poucas mãos.
Este cenário preocupante exige a atenção e a mobilização de todos que defendem a verdadeira justiça e a democracia. Não podemos permitir que a arbitrariedade vire regra, e que a defesa seja silenciada. O Brasil clama por transparência e respeito às leis, não por *ativismo judicial*.