POLÍTICA

Enfim, o julgamento do deputado Renato Freitas por briga de rua com manobrista (veja o vídeo)

Jorge Meirelles
Jorge Meirelles 07 de abril de 2026
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Enfim, o julgamento do deputado Renato Freitas por briga de rua com manobrista (veja o vídeo)
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O escândalo da briga de rua do deputado Renato Freitas ganha novos contornos, e a verdade final está prestes a v…

O deputado petista Renato Freitas finalmente depôs no Conselho de Ética da Alep, presidido pelo Delegado Jacovós (PL). O caso apura a polêmica briga de rua em Curitiba, onde imagens chocantes mostraram o parlamentar envolvido. A população exige transparência e uma resposta firme da casa legislativa.

As denúncias, feitas por vereadores como Bruno Secco e Eder Borges, além dos deputados Ricardo Arruda (PL) e Tito Barichello (PL), apontam para a quebra do artigo 5º do Código de Ética: “praticar ofensas físicas ou vias de fato”. Um comportamento inaceitável para um representante do povo!

Em sua defesa, Freitas alegou que o manobrista Weslley de Souza Silva o ameaçou, dirigindo perigosamente e o xingando de “noia“. Ele justifica a “voadora” como defesa para sua acompanhante, tentando desviar o foco da sua própria agressão. Uma narrativa que precisa ser rigorosamente checada.

No entanto, o manobrista Weslley já havia deposto, afirmando ter sido agredido por Freitas e seu assessor Carlos Alberto sem provocação. As famosas imagens de celular e câmeras de segurança, exibidas no Conselho, mostram o conflito. O advogado de Freitas, Edson Vieira Abdala, questiona a integridade dos vídeos.

Testemunhas como o assessor Carlos Alberto e Arleide Cerqueira Xavier Muller corroboraram a versão de Freitas, mencionando a suposta agressão verbal de Weslley. Contudo, a versão dos fatos ainda é um emaranhado de contradições que o Conselho precisa desatar para que a justiça seja feita. Quem mente?

Agora, Renato Freitas tem prazo para apresentar suas alegações finais. O relator, deputado Marcio Pacheco (Republicanos), entregará o parecer. A sociedade paranaense aguarda ansiosamente o julgamento. É fundamental que o Conselho de Ética atue com celeridade e imparcialidade, mostrando que ninguém está acima da lei.

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