Até hoje, um mês após a morte, nenhuma notícia sobre laudos toxicológico e necrópsia do Sicário
A morte de Luiz Phillipi Mourão: um mês de silêncio e a verdade sendo escon…
Faz um mês que Luiz Phillipi Mourão, o “Sicário” de Vorcaro, morreu sob custódia, e o silêncio é ensurdecedor. Nem sinal do laudo toxicológico ou da necropsia, documentos cruciais para desvendar o que realmente aconteceu. A demora é inaceitável e levanta sérias dúvidas.
São cinco perícias realizadas, mas dois laudos fundamentais seguem pendentes. Pior: a PF ainda não identificou o número que Mourão tentou ligar antes de morrer. Um detalhe chocante que poderia mudar tudo e está sendo ignorado?
Os legistas pediram as imagens das câmeras da carceragem para concluir a necropsia. Mas o ministro Mendonça ainda hesita em autorizar o compartilhamento. Qual o motivo de tanta resistência? A transparência é fundamental aqui.
Mourão foi preso em 4 de março, interrogado por duas horas, e teria tentado o suicídio horas depois. A versão oficial já é cheia de lacunas. Sem esses laudos, a história permanece incompleta e suspeita.
Os dois exames mais importantes – o toxicológico e o de necropsia – estão sob a responsabilidade do IML de Minas Gerais. A sociedade exige celeridade e clareza de uma instituição tão vital. A credibilidade está em jogo.
É um escândalo que, um mês depois, a família e a população ainda não tenham respostas. O povo brasileiro merece saber a verdade sobre a morte de Luiz Phillipi Mourão. Não podemos permitir que o caso caia no esquecimento.